WALTHAM, Mass, January 19, 2021 – A empresa de inteligência de software Dynatrace (NYSE: DT) anunciou hoje os resultados de uma pesquisa global independente, realizada com 700 CIOs, que revela que os líderes de TI têm preocupações crescentes sobre sua capacidade de acompanhar a transformação digital. Os modelos operacionais de TI com abordagens tradicionais, equipes de trabalho isoladas e a adoção de várias soluções de monitoramento e gerenciamento, têm se mostrado ineficazes para acompanhar as arquiteturas nativas da nuvem. Como resultado, as equipes perdem tempo combinando manualmente dados de soluções distintas, em um esforço reativo para resolver desafios, em vez de se concentrarem em impulsionar a inovação. O relatório global “Como transformar a maneira como as equipes trabalham para melhorar a colaboração e gerar melhores resultados de negócios” está disponível para download aqui.

A pesquisa releva ainda:

  • 89% dos CIOs dizem que a transformação digital aumentou nos últimos 12 meses, e 58% prevêem que continuará a crescer.
  • 93% dos CIOs dizem que a capacidade de TI em aumentar o valor para os negócios é prejudicada por desafios que incluem equipes trabalhando em silos.
  • 74% dos CIOs criticam a necessidade de reunir dados de várias ferramentas, para avaliar o impacto dos investimentos em TI nos negócios.
  • 40% dos CIOs dizem que a colaboração limitada entre as equipes de BizDevOps interrompe a capacidade de TI em responder rapidamente à mudanças repentinas nos negócios.
  • 16% do tempo de uma equipe de TI é gasto em reuniões para identificar as causas e soluções de problemas que custam às organizações uma média de US $ 1,7 milhão por ano, devido à perda de produtividade.

“À medida que o ritmo da transformação digital acelera e as nuvens modernas e dinâmicas apresentam complexidade crescente, a pressão sobre as equipes para tomar decisões de negócios baseadas em dados e automatizar operações para entregar valor com mais rapidez nunca foi tão grande”, diz Mike Maciag, Diretor de Marketing da Dynatrace. “No entanto, a falta de colaboração entre equipes e a falta de acesso a uma única fonte de inteligência em toda a organização, dificulta a capacidade das equipes de BizDevOps em atingirem estes objetivos. Em vez disso, usando dados díspares de várias soluções de monitoramento e análise, e aderindo a uma visão “minha parte funciona bem”, empresas perdem tempo e milhões de dólares todos os anos, em vez de buscarem metas de negócios compartilhadas e apoiadas em percepções holísticas. ”

Descobertas adicionais do relatório incluem:

  • 49% dos CIOs afirmam ter visibilidade e dados limitados das perspectivas dos usuários sobre a performance dos serviços digitais.
  • Apenas 14% das organizações têm uma única plataforma, que permite a colaboração entre equipes e uma verdadeira compreensão do impacto da TI nos negócios.
  • 49% dos CIOs dizem que as equipes de TI e de negócios trabalham em silos.
  • 40% dos CIOs afirmam que a colaboração limitada entre as equipes torna mais difícil identificar a gravidade de um problema e minimizar seu impacto geral nos negócios.
  • Para ajudar a aliviar a pressão sobre a TI e evitar sobrecarga em recursos limitados, as organizações estão adotando novas práticas que dependem da quebra de silos:
    • 53% estão adotando BizDevOps
    • 50% estão adotando operações de nuvem autônomas
    • 47% estão adotando NoOps

“Sem quebrar os silos entre TI, desenvolvimento e negócios, as organizações não conseguirão acompanhar o ritmo acelerado da transformação digital”, acrescentou Maciag. “Capacitar equipes com uma única plataforma de análise e monitoramento, enraizada em um modelo de dados comum e que entregue insights precisos e em tempo real, leva a metas compartilhadas e melhores resultados.”

O relatório é baseado em uma pesquisa global realizada junto a 700 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários, conduzida pela Vanson Bourne e encomendada pela Dynatrace em 2020. A amostra incluiu 200 entrevistados nos EUA, 100 no Reino Unido, França e Alemanha, e 50 na Austrália, Cingapura, Brasil e México, respectivamente.